8 de junho de 2011
Cadela Epagneul Bretão encontrada em Gilmonde
7 de junho de 2011
Sandy, podenguinha salva do abate


A Sandy sensivelmente 1 mês depois de sair do canil, com melhorias notórias:
A Sandy agora, consideravelmente melhor:
Recebemos há cerca de 3 semanas um Apadrinhamento na Saúde da Pata Vermelha através do envio de um saco de ração Royal Canin Hipoalergénico, para ajudar nas melhoras da Sandy. Agradecemos esta ajuda fantástica. Prometemos mais fotos com as melhorias em breve.Precisamos de um dono para esta princesa, uma cadela excelente de companhia com instinto de guarda e de uma dedicação ao dono ímpar. Ajudem-nos a dar á Sandy o final feliz que ela merece.
Tita, X Rot abandonada a precisar de ajuda INDISPONÍVEL
Actualização 09/06: Arranjamos hoje uma FAT para esta lindona por uns dias :)
Actualização 07/06: A Tita será entregue no canil se até 5ª feira não arranjarmos um local onde a colocar. Se puder ajudar entre em contacto connosco com urgência.
3 de junho de 2011
Contra tudo e contra todos, Manuel António Pina
A Câmara do Porto teve uma ideia particularmente civilizada e de grande sofisticação científica para controlar o número de animais errantes da cidade: matá-los à fome.
"Apela" assim aos munícipes para que "não alimente[m] os animais", pois na Câmara julga-se que é o "excesso de alimento [que] provoca o aumento das populações de animais" e não o facto de (como sucede com os vereadores, não consta que alguma vez um vereador tenha aparecido grávido depois de um banquete camarário) se reproduzirem.
É certa disso (que o "excesso de alimento" faz filhos) que a Câmara do Porto ignora iniciativas como a da Associação Animais de Rua para que, como acontece na generalidade dos países desenvolvidos (e em outras autarquias portuguesas), adopte um Programa CED (Capturar-Esterilizar-Devolver) nas colónias de animais seguindo as recomendações da Organização Mundial de Saúde, a World Society for Protection of Animals, a Ordem dos Médicos Veterinários e a própria Direcção-Geral de Veterinária.
Não, a Câmara do Porto prefere matar, à fome que seja. Contra tudo e contra todos: a Convenção Europeia para a Protecção dos Animais de Companhia; os Decretos-Lei nºs 276/2001, de 17/10, e 315/2003, de 17/12; a Resolução 69/11 aprovada por unanimidade (portanto também por PSD e CDS) na AR. E contra o mero bom senso: há 30 anos que anda a matar animais e ainda não percebeu que não é assim que controlará o seu número.
2 de junho de 2011
Matando animais incómodos. Carta aberta do Hosp. Vet. Principal (Charneca da Caparica)
Matando animais incómodos. Carta aberta
Com a aproximação do verão verifica-se o agravamento de um fenómeno preocupante que pode ser encarado como uma mudança, não para melhor, da nossa sociedade.Mas, para de tal falar,cabe fazer um curto parêntesis.
Até ao fim dos anos 80 era normal o abandono dos animais com a aproximação da época balnear. Era comum ver-se à beira das estradas os cães confusos a olhar para o vazio à procura dos seus donos que os tinham despejado do carro, no seu caminho para o Sol do Algarve.
Nos anos 90 tornou-se comum o abandono em clinicas veterinárias ( uma evolução portanto) dos animais. O alijamento era feito no seguimento de uma hospitalização ou ainda entrando subrepticiamente nas clinicas e pedindo a alguém se segurava o cão enquanto “ia estacionar o carro”.
Acabando o parêntesis cumpre seguir com o discurso original.
Com o fim da primeira década do Século XXI a aproximar-se do seu término, surgiu uma nova forma de abandono, considerada porventura mais “humana” pelos seus perpetradores. O Abate misericordioso.
Esta nova modalidade resume-se em ir a um centro de atendimento médico veterinário e solicitar o abate do seu cão ou gato tout court. Falamos de animais saudáveis que em muitos casos nunca foram observados por um médico-veterinário, nem sequer para a vacinação obrigatória por lei.
As razões ? Variam. Vão desde a pessoa que desespera porque o cão não se cala e os vizinhos queixam-se, não fazer as necessidades no local e na altura considerada devida, ao cão que rosna ao marido, ao cão estar doente e não ter dinheiro para cuidar do animal ou ainda a melhor de todas as justificações...”por não ter tempo e não achar justo abandoná-lo” (sic).
A solução? Abata-se.
O médico recusa-se dizendo que o animal está saudável ? Recorre-se à chantagem psicológica. “Se não o abate tenho de o deixar no meio da rua”.Como se esta afirmação co-responsabilizasse o clinico pelo acto indigno que o dono se propoe fazer ao animal que paciente abana a causa ao seu lado.
Este abate é moralmente mais apelativo do que o abandono puro e simples para o dono e é desgastante para o médico-veterinário que tem de explicar a sua recusa ao próprietário do animal indignado, como se quem estivesse errado fosse o clinico. A verdade é que o abate de animais não é um serviço per si. Nenhum médico-veterinário estuda, tem como objectivo ou faz com prazer abates de animais saudáveis.
Nem seria considerado justo, honesto ou aceitável uma pessoa ir com um seu familiar idoso a um médico de pessoas dizer “abata o meu pai que está velho”.
A questão primordial é que o médico-veterinário não é um carrasco dedicado a abates de animais simplesmente porque o dono do animal o deseja. A função do médico veterinário é tratar os animais doentes o melhor que puder e souber, ajudar os animais a usufruirem de uma vida mais longa e com qualidade de vida, defender a saúde pública, ter um papel activo na prevenção e controlo de zoonoses, e eutanasiar em situações limite como sejam de sofrimento constante e não aliviável ,os animais doentes.
Animais com problemas comportamentais podem ser ajudados, desde que haja vontade dos donos:Grande parte dos casos de animais que causam disturbios em casa ou que são dominantes são-nos por exclusiva responsabilidade do dono que o não sabe controlar, que tem um animal sem querer dispensar algum tempo por dia ou que o encara como um acessório e não como um ser vivo passível de sentir dor e angústia.
Deve recorrer em tempo útil ao médico-veterinário que o pode ajudar e inclusivé se necessário indicar um processo de treino ou de reeducação e apoio terapêutico em casos mais graves.
Lamentávelmente vemos as pessoas recorrerem a vizinhos, amigos, automedicação, ou seja, a quem não sabe nem pode solucionar e muitas vezes contribui para agravar o caso até o tornar irresolúvel. E é só então que decide recorrer a quem deveria ter apelado primeiro, mas para uma tarefa indigna. Não se resolveu. Abata-se.
Não é para isso que existe a profissão de médico-veterinário, nem existe imperativo legal que force ao abate por capricho de animais saudáveis.
Esse serviço, de abate por conveniência de animais saudáveis, não existe na nossa lista de serviços, e continuará a não existir.
1 de junho de 2011
2 gatinhos abandonados doentes

Carrie, outra largada num estado miserável

Actualização 02/06: Faltou dizer que a Carrie terá cerca de 10 meses de idade.
31 de maio de 2011
Mais um a precisar de ajuda... Gil
Cão na rua em risco, Maia
Callie bebé recolhida num estado miserável ADOPTADA :)))
Actualização 31/05: Novas fotos da nossa bebé que já parece outra :) Linda linda!

Post inicial 21/05:

